Investigação de áreas contaminadas: fases e o equipamento de cada uma

O gerenciamento de áreas contaminadas segue etapas bem definidas. Cada fase tem um objetivo diferente e exige uma intensidade de sondagem diferente. Entender essa sequência ajuda a dimensionar o serviço e a escolher o equipamento certo. A referência paulista é a Decisão de Diretoria CETESB nº 038/2017, que se apoia na Resolução CONAMA 420/2009.
As fases, em resumo
Fase | Objetivo | Sondagem |
Avaliação preliminar | Reunir histórico e indícios de contaminação | Normalmente sem sonda |
Investigação confirmatória | Confirmar se há contaminação | Poucos pontos de solo e água |
Investigação detalhada | Delimitar horizontal e verticalmente a pluma | Muitos pontos, em várias profundidades |
Avaliação de risco | Estimar o risco à saúde e ao ambiente | Apoia-se nos dados já obtidos |
Remediação | Remover ou controlar a contaminação | Poços de injeção, extração e monitoramento |
Monitoramento | Acompanhar a evolução até o encerramento | Poços de monitoramento |
Qual equipamento em cada fase
Investigação confirmatória
A prioridade é rapidez e baixo custo por ponto. O direct push com amostragem em liner atende bem, assim como o trado oco para instalar os primeiros poços.
Investigação detalhada
Aqui o número de pontos e profundidades cresce. Equipamentos com bom alcance, capazes de amostrar em várias profundidades e construir poços multinível, ganham produtividade.
Remediação e monitoramento
Sistemas de extração, injeção e monitoramento pedem poços de maior diâmetro e muitas vezes construção profissional em trado oco. O monitoramento posterior exige poços bem construídos e identificados.
Por que isso importa para quem compra uma sonda
A empresa que só faz uma fase depende de outras para completar o serviço. Uma máquina que faz direct push e trado oco até 40 m, como a SAM 400, cobre da investigação confirmatória à construção de poços de remediação e monitoramento. Veja a página da SAM 400.
As exigências variam por estado e por órgão ambiental. Consulte sempre a norma vigente do local do projeto.



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